De encurtador de links a uma espécie de minirrede social. Essa foi a transformação por que passou esta semana o website Bit.ly, um dos tradicionais destinos na web cujo objetivo é tornar mais palatáveis aqueles endereços quilométricos que por vezes aparecem na barra de navegação de um browser. O site agora tem um novo formato, e dá aos usuários a opção de se conectar com suas credenciais no Facebook ou no Twitter, além de criar uma identidade em seu ambiente. O novo Bitl.y, em inglês, apresenta as áreas Your Stuff e Your Network. Na primeira, é possível criar seus bitmarks — nome com que o site batizou os links encurtados — e compartilhá-los com o Facebook e o Twitter. Quando se passa o ponteiro do mouse sobre um bitmark criado, aparecem botões para compartilhá-lo e adicionar uma observação, além de um botão “i”, com informações sobre estatísticas e o próprio endereço encurtado, ladeado pela opção “Copy” (copiar) e por um pequeno lápis que permite a personalização. Clicando nas estatísticas posteriormente, o usuário pode ver quantos internautas usaram seu link para chegar ao site original, além de outros dados de tráfego da página. Ainda na área Your Stuff, é possível elaborar pacotes (bundles) de links e armazená-los numa aba específica, tornando-os públicos ou privados. E a opção Stats leva a uma tabela com estatísticas de todos os links criados. Já no ambiente Your Network, o usuário do Bit.ly tem acesso a posts de seus contatos no Facebook ou Twitter que também usam o serviço. O site reformulado apresenta ainda um botão criador de bitmarks que pode ser arrastado para a barra de favoritos do browser, e permite originar novos links via e-mails enviados de tablets ou smartphones. A interface organizada e de cores suaves estimula o uso de mais essa mídia social. Brincando com ela, o internauta pode montar um arquivo on-line de favoritos personalizados. Mas quem quiser só encurtar um link sem se inscrever no novo Bit.ly pode continuar a acessar o site normalmente na web.>>> oglobo@ I.N.F.O. _ T I P S
Notícias & Dicas de Informática
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Bit.ly MUDA SITIO E GANHA FUNÇÕES DE REDE SOCIAL
De encurtador de links a uma espécie de minirrede social. Essa foi a transformação por que passou esta semana o website Bit.ly, um dos tradicionais destinos na web cujo objetivo é tornar mais palatáveis aqueles endereços quilométricos que por vezes aparecem na barra de navegação de um browser. O site agora tem um novo formato, e dá aos usuários a opção de se conectar com suas credenciais no Facebook ou no Twitter, além de criar uma identidade em seu ambiente. O novo Bitl.y, em inglês, apresenta as áreas Your Stuff e Your Network. Na primeira, é possível criar seus bitmarks — nome com que o site batizou os links encurtados — e compartilhá-los com o Facebook e o Twitter. Quando se passa o ponteiro do mouse sobre um bitmark criado, aparecem botões para compartilhá-lo e adicionar uma observação, além de um botão “i”, com informações sobre estatísticas e o próprio endereço encurtado, ladeado pela opção “Copy” (copiar) e por um pequeno lápis que permite a personalização. Clicando nas estatísticas posteriormente, o usuário pode ver quantos internautas usaram seu link para chegar ao site original, além de outros dados de tráfego da página. Ainda na área Your Stuff, é possível elaborar pacotes (bundles) de links e armazená-los numa aba específica, tornando-os públicos ou privados. E a opção Stats leva a uma tabela com estatísticas de todos os links criados. Já no ambiente Your Network, o usuário do Bit.ly tem acesso a posts de seus contatos no Facebook ou Twitter que também usam o serviço. O site reformulado apresenta ainda um botão criador de bitmarks que pode ser arrastado para a barra de favoritos do browser, e permite originar novos links via e-mails enviados de tablets ou smartphones. A interface organizada e de cores suaves estimula o uso de mais essa mídia social. Brincando com ela, o internauta pode montar um arquivo on-line de favoritos personalizados. Mas quem quiser só encurtar um link sem se inscrever no novo Bit.ly pode continuar a acessar o site normalmente na web.>>> oglobodomingo, 27 de maio de 2012
PIRATARIA MAIS BRANDA!

A comissão de juristas que discute mudanças ao Código Penal aprovou nesta quinta-feira, 24, uma proposta que descriminaliza o ato de uma pessoa fazer uma cópia integral de uma obra para uso pessoal, desde que não tenha objetivo de lucro. Com a decisão, quem realizar a cópia deixa de ser enquadrado pelo crime, previsto no atual código, de “violação do direito autoral”. Dessa forma, a cópia de um CD de música ou de um livro didático para uso próprio deixaria de ser crime. Atualmente, a pena para os condenados pela conduta pode chegar a até quatro anos. O texto aprovado pela comissão ficou com a seguinte redação: “não há crime quando se tratar de cópia integral de obra intelectual ou fonograma ou videofonograma, em um só exemplar, para uso privado e exclusivo do copista, sem intuito de lucros direto ou indireto”. O colegiado tinha prazo até o final do mês para entregar o anteprojeto do novo código ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Mas os trabalhos foram prorrogados até o dia 25 de junho. As sugestões dos juristas poderão compor um único projeto ou serem incorporadas a propostas já em tramitação no Congresso.
Ricardo Brito (Agência Estado)
sábado, 19 de maio de 2012
GAME "MAX PAYNE" AMBIENTADO EM SP É LANÇADO NOS EUA
O game noir "Max Payne", ausente desde 2003, teve o terceiro episódio lançado nesta terça-feira (15) nos EUA. O jogo chega ao Brasil no dia 31 de maio, com versões para Xbox 360, PlayStation 3 e PC. Max é um ex-policial que teve a família assassinada, sempre envolvido "num mundo de corrupção, tumulto e violência intensa", segundo a própria descrição do jogo. A trama de "Max Payne 3" se passa em São Paulo, onde Max, decadente e viciado em álcool e em remédios, trabalha como segurança de um milionário. Durante uma festa, a mulher de seu patrão é sequestrada e Max começa a seguir o rastro dos criminosos responsáveis. O jornal "New York Times" destaca a habilidade da Rockstar, produtora do game, na construção de mundos virtuais semelhantes ao real, como nos jogos "Red Dead Redemption", "L.A. Noire", "GTA" e, agora, "Max Payne 3". Sites especializados, como o "GameSpot" e "Joystiq", foram unânimes em elogiar o novo "bullet time" (modo de câmera lenta, que facilita a mira nos inimigos), marca consagrada da série. Os veículos também ressaltam a qualidade gráfica do jogo e o alto nível de interação com o cenário. O modo multiplayer, descrito como caótico e divertido pelo "GameSpot", também está sendo citado como um dos pontos fortes do game. PORTUGUÊS: A Rockstar liberou uma atualização gratuita que adiciona menus e legendas em português do Brasil no game. No jogo, apesar de o idioma original ser o inglês, vários dos bandidos e alguns dos personagens falam português. A dublagem é bem-feita na maioria das falas, embora em alguns trechos a pronúncia pareça meio estranha, mais próxima do português de portugal. Veja vídeo abaixo com alguns trechos do jogo falados em português: O game já havia tido outros problemas relacionados à representação do Brasil durante a campanha de divulgação do jogo. Na hora de descrever São Paulo, a primeira versão do trailer oficial do jogo afirmava que São Paulo era "famosa por seu clima agradável, sua cena social glamourosa e pela música dos bailes funk, mas que a guerra pelas drogas, violência de gangues e sequestros são o lado sombrio da metrópole". Pouco tempo depois a Rockstar, disse corrigiu as frases para "São Paulo é famosa por seu clima úmido, sua cena social glamourosa, mas a pobreza, a violência das gangues e os sequestros são o lado sombrio da metrópole". >>> FSPquinta-feira, 17 de maio de 2012
PROCESSO PARA ELIMINAR DADOS DE SITES É LENTO E CARO
Dados seus que eram confidenciais caíram na rede e agora podem lhe comprometer. O que fazer? Patricia Peck Pinheiro, autora do livro "Direito Digital" (Saraiva, 2009), diz que a primeira providência é guardar capturas de tela que comprovem a publicação dos dados, caso provas sejam necessárias posteriormente. Fotos de Dieckmann nua tiveram 8 milhões de acessos; saiba como proteger as suas Ronaldo Lemos: Somos todos Carolina Dieckmann; não existem mais dispositivos 'pessoais' Leitor diz que Carolina Dieckmann quer se promover com fotos "Como a lei brasileira não exige que sites armazenem logs [registros de atividade], é importante que a vítima aja rapidamente", diz Peck. Em seguida, já auxiliada por advogado, a vítima deve enviar o que é conhecido como notificação extrajudicial para cada um dos serviços em que encontrou as informações publicadas e solicitar que elas sejam removidas. Tais notificações podem ser enviadas por serviços de e-mail autenticado, como o que é oferecido pela empresa Comprova.com Se a medida for insuficiente ou se o usuário quiser descobrir a autoria do vazamento, será necessário recorrer à via judicial, que é mais lenta --pode levar dois anos ou mais--e mais cara --uma notificação extrajudicial custa pelo menos R$ 1.506, metade do menor valor de um processo, conforme a tabela de preços mínimos da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil, seção de São Paulo). Mas isso não costuma ser necessário. "Os sites, em geral, removem o conteúdo com uma ou duas notificações", diz Gisele Truzzi, especialista em direito digital. Foi o caso de uma de suas clientes, uma modelo brasileira que tentava alçar a carreira na Europa. Ela pediu ajuda para eliminar dos resultados do Google fotos em que aparecia sem roupa, tiradas no começo de sua vida profissional.
>>> FSP TEC
>>> FSP TEC
terça-feira, 1 de maio de 2012
QUE SABE SOBRE O INSTAGRAM ?
segunda-feira, 30 de abril de 2012
CRIE SUA PRÓPRIA RÁDIO NA WEB E COLOQUE NO SEU BLOG
O Shoutcast, aplicativo do Winamp, possibilita ao usuário desenvolver seu canal de rádio gratuitamente Você gosta de ficar conectado a uma web rádio? Bom, fique sabendo que é mais fácil do que parece criar seu próprio canal de rádio online - e sem gastar muito dinheiro. Confira na matéria como isso é possível e veja dois exemplos brasileiros independentes bem-sucedidos. E para criar sua própria webradio, é só seguir os passos abaixo.
Links:
100 Jabá
Rádio Giga
Para criar sua própria webradio, siga os passos abaixo:
Primeiro, você deve fazer o download de dois programas. Um deles é o Winamp. Outro programa necessário é o ShoutCast, que é composto de um servidor, e um plugin para o Winamp. Você deve baixar os seguintes arquivos:
ShoutCast DSP Plug-In
SountCast Win32 Server
Instale os dois programas, além do próprio Winamp.
O Shoutcast provavelmente criou o atalho no menu "Programas", dentro do menu "Iniciar". Clique no 'Edit SHOUTcast DNAS Configuration'. É um arquivo de texto. Você deverá editá-lo da seguinte forma: Mude o MaxUsers para 10 se a conexão for de 256kbps ou coloque o tanto que vc quiser. A conta deve ser a seguinte: Velocidade da conexão / 24 => nº máximo de conexões arredondado para o menor. Mude o Password. Você irá usá-lo para controlar o servidor pelo Winamp. No campo Portbase, deixe o número 8000, que é o padrão. Estes são os campos mais importantes. Os outros são opcionais, como alterar o título da rádio e linkar a sua rádio em outra. Importante: sempre que alterar o arquivo de configuração, você deverá REINICIAR o SERVIDOR SHOUTCAST (clique em KILL SERVER). Agora chame o WinAMP, e vá na janela de preferencias: (CTRL + P ou OPTIONS -> Preferences), PLUGINS -> DSP -> Marque a opção SHOUTcast DSP Plugin e clique em CONFIGURE. Clique na aba OUTPUT, marque a opção OUTPUT1, e clique em CONNECTION. Coloque 127.0.0.1 como sendo seu endereço, coloque a porta que você definiu na configuração (8000), marque a opção de Conect at Startup se desejar automatizar a chamada da rádio (caso contrário terá que realizar a conexão manualmente no seu endereço sempre que quiser ativar a rádio), e coloque a senha (password) que você definiu no arquivo de configuração do servidor anteriormente. A princípio agora você já estará pronto para colocar sua rádio no ar. Re-inicie seu computador, abra o winamp, e ative o servidor shoutcast e conecte o plugin (se você colocou para conectar no startup não será necessário realizar a conexão manualmente). Pronto, agora vá no endereç http://seu-ip:8000 e veja sua rádio no ar. Para iniciar o servidor, abra o 'SHOUTcast DNA (GUI)' no mesmo menu das configurações. A janela que irá se abrir deve ser parecida com esta:
100 Jabá
Rádio Giga
Para criar sua própria webradio, siga os passos abaixo:
Primeiro, você deve fazer o download de dois programas. Um deles é o Winamp. Outro programa necessário é o ShoutCast, que é composto de um servidor, e um plugin para o Winamp. Você deve baixar os seguintes arquivos:
ShoutCast DSP Plug-In
SountCast Win32 Server
Instale os dois programas, além do próprio Winamp.
O Shoutcast provavelmente criou o atalho no menu "Programas", dentro do menu "Iniciar". Clique no 'Edit SHOUTcast DNAS Configuration'. É um arquivo de texto. Você deverá editá-lo da seguinte forma: Mude o MaxUsers para 10 se a conexão for de 256kbps ou coloque o tanto que vc quiser. A conta deve ser a seguinte: Velocidade da conexão / 24 => nº máximo de conexões arredondado para o menor. Mude o Password. Você irá usá-lo para controlar o servidor pelo Winamp. No campo Portbase, deixe o número 8000, que é o padrão. Estes são os campos mais importantes. Os outros são opcionais, como alterar o título da rádio e linkar a sua rádio em outra. Importante: sempre que alterar o arquivo de configuração, você deverá REINICIAR o SERVIDOR SHOUTCAST (clique em KILL SERVER). Agora chame o WinAMP, e vá na janela de preferencias: (CTRL + P ou OPTIONS -> Preferences), PLUGINS -> DSP -> Marque a opção SHOUTcast DSP Plugin e clique em CONFIGURE. Clique na aba OUTPUT, marque a opção OUTPUT1, e clique em CONNECTION. Coloque 127.0.0.1 como sendo seu endereço, coloque a porta que você definiu na configuração (8000), marque a opção de Conect at Startup se desejar automatizar a chamada da rádio (caso contrário terá que realizar a conexão manualmente no seu endereço sempre que quiser ativar a rádio), e coloque a senha (password) que você definiu no arquivo de configuração do servidor anteriormente. A princípio agora você já estará pronto para colocar sua rádio no ar. Re-inicie seu computador, abra o winamp, e ative o servidor shoutcast e conecte o plugin (se você colocou para conectar no startup não será necessário realizar a conexão manualmente). Pronto, agora vá no endereç http://seu-ip:8000 e veja sua rádio no ar. Para iniciar o servidor, abra o 'SHOUTcast DNA (GUI)' no mesmo menu das configurações. A janela que irá se abrir deve ser parecida com esta:

Nesta janela, você pode ver quantas conexões estão ativas no seu servidor e o máximo de usuários (0/10) na parte inferior direita. Pronto! Se a janela apareceu dessa forma, seu servidor está funcionando. Agora você precisa disponibilizar dados neste servidor, no nosso caso, músicas do Winamp. Arraste esta janela para um canto e abra o Winamp. Você deverá configurar os dados da sua página clicando em 'Yellowpages'. Coloque o nome da rádio em Description, e os outros dados em seus respectivos lugares. Detalhe importante: não deixe nenhum em branco. Coloque pelo menos N/A. Volte na aba 'Connection' e mude o campo 'Password' para a senha que você cadastrou no arquivo de configuração. Vá em 'Encoder' e certifique-se que esteja selecionado 'Mp3 Encoder' e '24kbps, 22.050kHz, Mono'. Pronto. Sua rádio está configurada. Basta você selecionar 'Output' novamente e clicar em 'Connect'. Se na caixa 'Status' começar a aparecer a quantidade de bytes enviados, tudo está correto. Sua rádio já está online. Basta você divulgar seu endereço (http://seuip:8000/listen.pls). Se você quiser dar uma de locutor, falando alguma coisa ao vivo, na orelha 'Input' da janela do plug-in do shoutcast, troque 'Winamp (recommended)' por 'Soundcard Input'. Aí é só você apertar 'Push to Talk' para falar. Se você gostar muito de falar e tiver com o dedo doendo, clique em 'Lock' e o botão ficará travado até você apertá-lo novamente.
sábado, 31 de dezembro de 2011
TRANSFORME SEU NAVEGADOR CHROME EM RÁDIO ONLINE
Plugin transforma navegador Chrome em rádio online

______
Plugin musical: ExtensionFM (Google Chrome).
Lá do Lifehacker.
Imagem: Reprodução.
Categoria: Mundo Web
Fonte Renato Bueno27/08/10 Uol Tecnologia
domingo, 18 de dezembro de 2011
QUER CANCELAR SUA CONTA NO HOTMAIL? VEJA COMO
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
FACEBOOK LANÇA BOTÃO DE ASSINATURA EM SITES
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
SAIBA COMO ATIVAR O NOVO VISUAL DO FACEBOOK
Entre as várias novidades apresentadas por Mark Zuckerberg, durante a conferência F8, em San Francisco, na Califórnia, a mudança mais relevante da rede social, a Timeline, já pode ser testada por alguns usuários. Oficialmente, o recurso que permite criar uma linha do tempo agregando todas suas ações na rede só deve tornar-se disponível para os usuários dentro de alguns dias. O Facebook não anunciou uma data exata para a estreia do recurso. A partir da apresentação de Zuckerberg, no entanto, vários usuários da rede passaram a postar no próprio Facebook e no Twitter um tutorial para testar a característica. O método consiste em cadastrar-se como “desenvolvedor” de aplicativos para rede e, a partir de daí, ter acesso antecipado ao recurso.
Veja, abaixo, como acessar a nova timeline do Facebook:
1 - Após fazer login na rede, faça uma busca por “developer mode” e instale o app para desenvolvedores em seu perfil. Depois, clique no botão “criar um novo app” e dê um nome qualquer ao seu suposto aplicativo. Para seguir adiante, será necessário “validar” sua conta no Facebook.
2 – Para validar sua conta, o próprio Facebook pedirá que você insira um número de celular (com DDI, no caso do Brasil 55 e DDD da sua região). Um SMS será enviado para seu celular com uma senha para validar a conta (imagem ao lado).
3 - Uma vez cadastrado como desenvolvedor, vá até o menu “Open Graph” e clique em “Getting Started”. Digite algumas palavras descrevendo uma suposta ação que você deseja testar em seu app, algo como “teste timeline” ou “teste recurso”. Quaisquer palavras são validar.
4 – Faça algumas alterações nas configurações do app. O Facebook exibe ao menos três telas de configurações, que devem ser preenchidas, ainda que com qualquer conteúdo.
5 - Este procedimento deverá fazer o Facebook enviar para sua conta um convite para testar a nova timelime da rede social. De acordo com vários relatos no Twitter, o convite pode levar alguns minutos para chegar à sua conta. Pode ser necessário fazer log off e login para ver o convite.
O procedimento não é oficial e, portanto, está sujeito a falhas. Nos testes feitos na INFO, no entanto, tudo funcionou corretamente e foi possível ver a nova timelime da rede social.
3 - Uma vez cadastrado como desenvolvedor, vá até o menu “Open Graph” e clique em “Getting Started”. Digite algumas palavras descrevendo uma suposta ação que você deseja testar em seu app, algo como “teste timeline” ou “teste recurso”. Quaisquer palavras são validar.
4 – Faça algumas alterações nas configurações do app. O Facebook exibe ao menos três telas de configurações, que devem ser preenchidas, ainda que com qualquer conteúdo.
5 - Este procedimento deverá fazer o Facebook enviar para sua conta um convite para testar a nova timelime da rede social. De acordo com vários relatos no Twitter, o convite pode levar alguns minutos para chegar à sua conta. Pode ser necessário fazer log off e login para ver o convite.
O procedimento não é oficial e, portanto, está sujeito a falhas. Nos testes feitos na INFO, no entanto, tudo funcionou corretamente e foi possível ver a nova timelime da rede social.
Veja/Felipe Zmoginski, de INFO Online
terça-feira, 19 de julho de 2011
COPIE CONTATOS DO FACEBOOK PARA O GOOGLE+
Como previsto anteriormente neste post (e pelo Stephen Shankland) o Facebook excluiu as funções do Facebook Friend Exporter do seu sistema. Entenda, Mark Zuckerberg não quer perder amigos. O Facebook, ao contrário do Google, não permite que a lista de amigos de um usuário seja exportada para outra plataforma.Em sua página no Google+, Mohamed Mansour, o criador da extensão, disse estar ainda mais motivado para encontrar “uma diferente abordagem”. “Isso é o que acontece quando sua extensão se torna famosa (…) Não se preocupem, estou produzindo uma nova versão. Estou extremamente chateado agora, porque isso prova que o Facebook domina todos dados dos usuários. Vocês não têm nada! Se fosse vocês, eu reclamaria isso para os meios de comunicação novamente. Falo seriamente… mais motivação para descobrir uma diferente abordagem”, diz. Resta ainda outras saídas para o mesmo fim (siga as instruções do último parágrado da versão original deste post, “Alternativas”). Quem quiser passar seus contatos do Facebook para o Google+ pode ainda fazer a seguinte gambiarra: o Facebook não exporta contatos para redes sociais, mas e-mails como Hotmail e Yahoo Mail importam amigos de lá. E, por sorte (?), o Google+ pode buscar seus contatos justamente da lista de amigos do Hotmail ou Yahoo. Então, importe os contatos, vá ao Google+, entre em “Círculos”, vá em “Encontrar + convidar” e selecione a opção para importar desses sites. Rede social não é uma coisa tão simples assim. As pessoas investem tempo e simpatia agregando todos os amigos possíveis (conhecidos fora da tela ou não), subindo fotos, taggeando-as, comenta vídeos, criam grupos… Com a devida importância, parte da história do usuários fica ali naquele espaço virtual. Começar tudo isso do zero em outra rede, que nem tem tanta gente assim, não é pedir demais? Pode até ser, mas o Google+ está engordando e cada vez mais pessoas estão indo também para lá (sem necessariamente abandonar o Facebook), e começando a recriar seus laços. Mas existe um grande grupo que nem se interessou pelo novo espaço, devido, muitas vezes, a preguiça. Nessas horas, não seria ótimo se alguma ferramenta simplesmente migrasse tudo que o usuário possui de uma rede para outra?O Facebook Friend Exporter não migra “tudo” do Facebook para o Plus, mas, ao menos, passa todos os seus amigos para lá, o que já é um grande alívio. A ferramenta, que é uma extensão do navegador Chrome, do Google, copia todos os usuários e suas informações e envia um arquivo para o Gmail do usuário. O programador Mohamed Mansour espera que sua criação não gere conflitos com o Facebook, já que aparentemente, o Friend Exporter violaria um dos Termos de Serviço da rede, que diz: “Não coletará conteúdo ou informações de usuários, ou acessará o seu Facebook, usando meios automatizados (…) sem a nossa permissão”. “Eu espero que a extensão continue a funcionar depois disso (…) Os usuários do Google+ realmente querem os dados de seus amigos, mas o Facebook não permitirá que eles sejam exportados”, diz Mansour.
Exportando. Para funcionar a extensão, faça o seguinte:
1- Instale a extensão: usando o navegador Chrome, vá à Chrome Web Store e procure por “Facebook Friend Exporter” ou simplesmente clique aqui. Depois disso, clique em “Instalar”.
2- Mude o idioma do Facebook: a extensão não funcionará no Facebook se o idioma optado pelo usuário não for outro que não o Inglês. Altere o idioma (Conta -> Configurações da Conta -> Idioma -> Inglês) e atualize sua página na rede.
3- Clique em “Export Friends!”: depois de atualizada, uma nova aba deve surgir na barra horizontal superior do Facebook, entre Home e Profile, com o nome “Export Friends!”
4- Aceite os termos de serviço e comece: uma tela com as fotos de todos os seus amigos deve aparecer. Na barra superior, clique em “Let’s Start” e a cópia deve começar. Esse é o processo mais demorado. Tenha paciência, 300 contatos devem demorar cerca de 40 minutos.
5- Olhe o Gmail: Após concluído esse processo, apareça a opção de exportar para o Gmail ou para um arquivo .CSV, escolhe o Gmail e abra a página do seu e-mail. Lá, vá em Contatos, logo abaixo de “Mail”. Lá, haverá uma aba “Importado do Facebook”. Estão todos lá? Ótimo. Vá ao Google+, abra a aba Círculos, selecione “Find and Invite” (ou “Encontre + convidar”) e lá estarão todos os contatos que você acabou de copiar. Selecione-os e inclua nos círculos que quiser.
Veja o vídeo explicativo do software:
segunda-feira, 11 de julho de 2011
CONVERTA SEUS VÍDEOS DO YOUTUBE PARA MP3 !
Hoje em dia quase todo mundo ouve música no YouTube. Mas, para isso, você precisa de uma conexão à internet. Até agora. Com o FetchMP3 é possível transformar os vídeos em MP3 em poucos segundos. Basta colocar o URL do vídeo no espaço e fazer a conversão. É tudo rápido e simples. A ferramenta também funciona com vídeos postados no DailyMotion. Os pontos negativos são o fato de ter que se cadastrar no site, a qualidade duvidosa do áudio e a quantidade de pop-ups que se abrem ao fazer o download. Mas a ferramenta vale a pena caso você queira ouvir a música em um outro dispositivo, ou mesmo offline.
Confira: http://fetchmp3.com
quinta-feira, 10 de março de 2011
O QUE É BLUETOOTH E COMO FUNCIONA?
Introdução
O Bluetooth é uma tecnologia que permite uma comunicação simples, rápida, segura e barata entre computadores, smartphones, telefones celulares, mouses, teclados, fones de ouvido, impressoras e outros dispositivos, utilizando ondas de rádio no lugar de cabos. Assim, é possível fazer com que dois ou mais dispositivos comecem a trocar informações com uma simples aproximação entre eles. Que tal saber um pouco sobre como o Bluetooth funciona e conhecer mais algumas de suas características? É o que você verá nas próximas linhas.
O que é Bluetooth
Bluetooth é um padrão global de comunicação sem fio e de baixo consumo de energia que permite a transmissão de dados entre dispositivos compatíveis com a tecnologia. Para isso, uma combinação de hardware e software é utilizada para permitir que essa comunicação ocorra entre os mais diferentes tipos de aparelhos. A transmissão de dados é feita através de radiofrequência, permitindo que um dispositivo detecte o outro independente de suas posições, desde que estejam dentro do limite de proximidade. Para que seja possível atender aos mais variados tipos de dispositivos, o alcance máximo do Bluetooth foi dividido em três classes:
Classe 1: potência máxima de 100 mW, alcance de até 100 metros;
Classe 2: potência máxima de 2,5 mW, alcance de até 10 metros;
Classe 3: potência máxima de 1 mW, alcance de até 1 metro.
Classe 2: potência máxima de 2,5 mW, alcance de até 10 metros;
Classe 3: potência máxima de 1 mW, alcance de até 1 metro.
Isso significa que um aparelho com Bluetooth classe 3 só conseguirá se comunicar com outro se a distância entre ambos for inferior a 1 metro, por exemplo. Neste caso, a distância pode parecer inutilizável, mas é suficiente para conectar um fone de ouvido a um telefone celular pendurado na cintura de uma pessoa. É importante frisar, no entanto, que dispositivos de classes diferentes podem se comunicar sem qualquer problema, bastando respeitar o limite daquele que possui um alcance menor. A velocidade de transmissão de dados no Bluetooth é baixa: até a versão 1.2, a taxa pode alcançar, no máximo, 1 Mbps. Na versão 2.0, esse valor passou para até 3 Mbps. Embora essas taxas sejam curtas, são suficientes para uma conexão satisfatória entre a maioria dos dispositivos. Todavia, a busca por velocidades maiores é constante, como prova a chegada da versão 3.0, capaz de atingir taxas de até 24 Mbps.
Surgimento do Bluetooth
A história do Bluetooth começa em meados de 1994. Na época, a empresa Ericsson começou a estudar a viabilidade de desenvolver uma tecnologia que permitisse a comunicação entre telefones celulares e acessórios utilizando sinais de rádio de baixo custo, ao invés dos tradicionais cabos. O estudo era feito com base em um projeto que investigava o uso de mecanismos de comunicação em redes de telefones celulares, que resultou em um sistema de rádio de curto alcance que recebeu o nome MCLink. Com a evolução do projeto, a Ericsson percebeu que o MCLink poderia dar certo, já que o seu principal atrativo era uma implementação relativamente fácil e barata. Em 1997, o projeto começou a despertar o interesse de outras empresas que, logo, passaram a fornecer apoio. Por conta disso, em 1998 foi criado o consórcio Bluetooth SIG (Special Interest Group), formado pelas empresas Ericsson, Intel, IBM, Toshiba e Nokia. Note que esse grupo é composto por dois "gigantes" das telecomunicações (Ericsson e Nokia), dois nomes de peso na fabricação de PCs (IBM e Toshiba) e a líder no desenvolvimento de chips e processadores (Intel). Essa diversidade foi utilizada para permitir o desenvolvimento de padrões que garantissem o uso e a interoperabilidade da tecnologia nos mais variados dispositivos. A partir daí, o Bluetooth começou a virar realidade, inclusive pela adoção desse nome. A denominação Bluetooth é uma homenagem a um rei dinamarquês chamado Harald Blåtand, mais conhecido como Harald Bluetooth (Haroldo Dente-Azul). Um de seus grandes feitos foi a unificação da Dinamarca, e é em alusão a esse fato que o nome Bluetooth foi escolhido, como que para dizer que a tecnologia proporciona a unificação de variados dispositivos. O logotipo do Bluetooth é a junção de dois símbolos nórdicos que correspondem às iniciais de Harald.Frequência e comunicação
O Bluetooth é uma tecnologia criada para funcionar no mundo todo, razão pela qual se fez necessária a adoção de uma frequência de rádio aberta, que seja padrão em qualquer lugar do planeta. A faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical), que opera à frequência de 2,45 GHz, é a que me mais se aproxima dessa necessidade e é utilizada em vários países, com variações que vão de 2,4 GHz à 2,5 GHz.Como a faixa ISM é aberta, isto é, pode ser utilizada por qualquer sistema de comunicação, é necessário garantir que o sinal do Bluetooth não sofra e não gere interferências. O esquema de comunicação FH-CDMA (Frequency Hopping - Code-Division Multiple Access), utilizado pelo Bluetooth, permite tal proteção, já que faz com que a frequência seja dividida em vários canais. O dispositivo que estabelece a conexão vai mudando de um canal para outro de maneira muito rápida. Esse esquema é chamado "salto de frequência" (frequency hopping). Isso faz com que a largura de banda da frequência seja muito pequena, diminuindo sensivelmente as chances de uma interferência. No Bluetooth, pode-se utilizar até 79 frequências (ou 23, dependendo do país) dentro da faixa ISM, cada uma espaçada da outra por 1 MHz. Como um dispositivo se comunicando por Bluetooth pode tanto receber quanto transmitir dados (modo full-duplex), a transmissão é alternada entre slots para transmitir e slots para receber, um esquema denominado FH/TDD (Frequency Hopping/Time-Division Duplex). Esses slots são canais divididos em períodos de 625 µs (microssegundos). Cada salto de frequência deve ser ocupado por um slot, logo, em 1 segundo, tem-se 1600 saltos. No que se refere ao enlace, isto é, à ligação entre o emissor e receptor, o Bluetooth faz uso, basicamente, de dois padrões: SCO (Synchronous Connection-Oriented) e ACL (Asynchronous Connection-Less). O primeiro estabelece um link sincronizado entre o dispositivo master e o dispositivo escravo, onde é feito uma reserva de slots para cada um. Assim, o SCO acaba sendo utilizado principalmente em aplicações de envio contínuo de dados, como voz. Por funcionar dessa forma, o SCO não permite a retransmissão de pacotes de dados perdidos. Quando ocorre perda em uma transmissão de áudio, por exemplo, o dispositivo receptor acaba reproduzindo som com ruído. A taxa de transmissão de dados no modo SCO é de 432 Kbps, sendo de 64 Kbps para voz. O padrão ACL, por sua vez, estabelece um link entre um dispositivo master e os dispositivos slave existentes em sua rede. Esse link é assíncrono, já que utiliza os slots previamente livres. Ao contrário do SCO, o ACL permite o re-envio de pacotes de dados perdidos, garantindo a integridade das informações trocadas entre os dispositivos. Assim, acaba sendo útil para aplicações que envolvam transferência de arquivos, por exemplo. A velocidade de transmissão de dados no modo ACL é de até 721 Kbps.
Redes Bluetooth
Quando dois ou mais dispositivos se comunicam através de uma conexão Bluetooth, eles formam uma rede denominada piconet. Nessa comunicação, o dispositivo que iniciou a conexão assume o papel de master (mestre), enquanto que os demais dispositivos se tornam slave (escravos). Cabe ao master a tarefa de regular a transmissão de dados entre a rede e o sincronismo entre os dispositivos. Cada piconet pode suportar até 8 dispositivos (um master e 7 slave), no entanto, é possível fazer com esse número seja maior através da sobreposição de piconets. Em poucas palavras, isso significa fazer com que uma piconet se comunique com outra dentro de um limite de alcance, esquema esse denominado scatternet. Note que um dispositivo slave pode fazer parte de mais de uma piconet ao mesmo tempo, no entanto, um master só pode ocupar essa posição em uma única piconet.

Para que cada dispositivo saiba quais outros fazem parte de sua piconet, é necessário fazer uso de um esquema de identificação. Para isso, um dispositivo que deseja estabelecer uma conexão em uma piconet já existente pode emitir um sinal denominado Inquiry. Os dispositivos que recebem o sinal respondem com um pacote FHS (Frequency Hopping Synchronization) informando a sua identificação e os dados de sincronismo da piconet. Com base nessas informações, o dispositivo pode então emitir um sinal chamado Page para estabelecer uma conexão com outro dispositivo. Como o Bluetooth é uma tecnologia que também oferece como vantagem economia de energia, um terceiro sinal denominado Scan é utilizado para fazer com que os dispositivos que estiverem ociosos entrem em stand-by, isto é, operem em um modo de descanso, poupando eletricidade. Todavia, dispositivos neste estado são obrigados a "acordar" periodicamente para checar se há outros aparelhos tentando estabelecer conexão.
Versões do Bluetooth
O Bluetooth é uma tecnologia em constante evolução, o que faz com que suas especificações mudem e novas versões surjam com o tempo. Até o momento do fechamento deste artigo no InfoWester, as versões disponíveis eram:- Bluetooth 1.0: a versão 1.0 (e a versão 1.0B) representa as primeiras especificações do Bluetooth. Por ser a primeira, os fabricantes encontravam problemas que dificultavam a implementação e a interoperabilidade entre dispositivos com Bluetooth;
- Bluetooth 1.1: lançada em fevereiro de 2001, a versão 1.1 representa o estabelecimento do Bluetooth como um padrão IEEE 802.15. Nela, muitos problemas encontrados na versão 1.0B foram solucionados e o suporte ao sistema RSSI foi implementado; - Bluetooth 1.2: lançada em novembro de 2003, a versão 1.2 tem como principais novidades conexões mais rápidas, melhor proteção contra interferências, suporte aperfeiçoado a scatternets e processamento de voz mais avançado; - Bluetooth 2.0: lançada em novembro de 2004, a versão 2.0 trouxe importantes aperfeiçoamentos ao Bluetooth: diminuição do consumo de energia, aumento na velocidade de transmissão de dados para 3 Mbps (2.1 Mbps efetivos), correção às falhas existentes na versão 1.2 e melhor comunicação entre os dispositivos; - Bluetooth 2.1: lançada em agosto de 2007, a versão 2.1 tem como principais destaques o acréscimo de mais informações nos sinais Inquiry (permitindo uma seleção melhorada dos dispositivos antes de estabelecer uma conexão), melhorias nos procedimentos de segurança (inclusive nos recursos de criptografia) e melhor gerenciamento do consumo de energia; - Bluetooth 3.0: versão lançada em abril de 2009, tem como principal atrativo taxas altas de velocidade de transferência de dados. Dispositivos compatíveis podem atingir a marca de 24 Mbps de transferência. O "truque" para atingir taxas tão elevadas está na incorporação de transmissões 802.11 (saiba mais sobre isso neste artigo sobre Wi-Fi). Outra vantagem é o controle mais inteligente do gasto de energia exigido para as conexões. O Bluetooth 3.0 é compatível com as versões anteriores da tecnologia; - Bluetooth 4.0: as especificações desta versão foram anunciadas em meados de dezembro de 2009 e o seu principal diferencial não é velocidade, mas sim economia de energia. Esse novo padrão é capaz de exigir muito menos eletricidade quando o dispositivo está ocioso, recurso especialmente interessante, por exemplo, para telefones celulares que consomem muita energia quando o Bluetooth permanece ativado, mas não em uso. A velocidade padrão de transferência de dados do Bluetooth 4.0 é de 1 Mbps. O fato de haver várias versões não significa que um dispositivo com uma versão atual não funcione com outro com uma versão inferior, embora possam haver exceções. Todavia, se um dispositivo 2.0 for conectado a outro de versão 1.2, por exemplo, a velocidade da transmissão de dados será limitada à taxa suportada por este último.
Finalizando
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Com a popularização das redes Wi-Fi, o mercado ficou com dúvidas em relação ao futuro do Bluetooth, mas o aumento expressivo de aparelhos compatíveis com a tecnologia fez com que todos os temores se dissolvessem. E faz sentido: o objetivo do Bluetooth é permitir a intercomunicação de dispositivos próximos utilizando o menor consumo de energia possível (mesmo porque muitos desses dispositivos são alimentados por baterias) e um custo de implementação baixo. O Wi-Fi , por sua vez, se mostra mais como um concorrente das tradicionais redes de computadores com fio (padrão Ethernet, em sua maioria). No início de 2008, o Bluetooth SIG comemorou os 10 anos da chegada do Bluetooth ao mercado. E não será surpresa se o aniversário de 20 anos for comemorado: em 1998, o grupo contava apenas com cinco empresas integrantes. Hoje, esse número passa de dez mil, o que significa que um futuro ainda mais promissor pode estar reservado à tecnologia. Caso queira obter mais detalhes sobre a tecnologia Bluetooth, consulte os sites que serviram de referência para este artigo:
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
SKYPE DISPONIBILIZA VIDEOCONFERENCIA NO iPHONE E iPAD
O Skype não esperou nem o começo da Consumers Eletronic Show (CES), em Las Vegas, para anunciar a atualização que levou a capacidade de videoconferência para aparelhos da Apple, como o iPhone, iPod Touch e iPad. A nova versão do aplicativo receberá ligações de vídeo via conexão 3G ou wireless, de dispositivo para dispostivo e do aparelho portátil para um desktop. Antes disso, a companhia havia liberado os videochats apenas para o smartphone Nokia N900, e só agora amplia significativamente a sua base de acesso. A intenção da empresa é fazer que mais pessoas possam se interessar em comprar seus serviços premium, que sustentam que o programa seja gratuito e sem publicidade. Em junho, o Skype tinha 560 milhões de usuários no mundo, juntando tanto aqueles que o usam em aplicativos móveis quanto nos fixos. Na primeira metade de 2010, videochamadas representaram cerca de 40% do tempo gasto no programa. Link Estadão.
domingo, 19 de dezembro de 2010
COLEÇÃO REÚNE "LITERATURA DE ATÉ 140 CARACTERES DO TWITTER
O cidadão que trabalha, vive ou visita uma capital brasileira há de deparar, em algum momento, com algo que tenha o dedo empresarial de Eike Batista. O motorista que abastece o carro em um posto de gasolina, em Belo Horizonte, pode estar consumindo petróleo de Eike Batista. O empreiteiro que constrói um edifício na Vila Nova Conceição, em São Paulo, pode estar usando aço de Eike Batista. O pedestre que caminha na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, estará ladeado de águas despoluídas por Eike Batista. O que o brasileiro não esperava era adentrar uma livraria e dar de cara, entre Machado de Assis (1839-1908) e Fiódor Dostoievski (1821-1881), com um livro assinado por Eike Batista. Isso, até a última quarta-feira, 15 de dezembro, data do lançamento da série "Clássicos da Twitteratura Brasileira". A coleção, publicada pela Suzano Papel e Celulose, agrupou 15 tuiteiros, em uma lista que inclui, além do empresário, o cantor Leo Jaime, o psicanalista Flávio Gikovate e o poeta Fabrício Carpinejar, entre outros. Cada um foi agraciado com um livro próprio, de 24 páginas, contendo 20 tweets. Assim, o leitor pode escolher entre um ensinamento de Eike Batista ("Quer ser diferente? Tem que trabalhar diferente. Tem que suar a camisa, sim!"), uma alfinetada de Felipe Neto ("Tô me sentindo feliz... Vou dizer que amo todos vocês no próximo tweet."), uma delicadeza de Fabrício Carpinejar ("Passamos a amar quando telefonamos para ficar em silêncio."), ou um desabafo de Hugo Gloss ("BOM DIA dedo mindinho! Qual sua função na vida além de bater na quina das coisas? Vamos ser + produtivos? Obrigado!"). Adriano Canela, gerente executivo de estratégia e marketing da Suzano, diz que a ideia da série foi mostrar que frases do Twitter, de 140 caracteres, ganham um brilho especial se impressas em papel de livro. "Fala-se muito sobre a ameaça do mundo digital, sobre o fim da palavra impressa. Mas esses dois meios o papel e a tela do computador podem ser complementares", apontou. Para formar a lista de tuiteiros, Canela definiu quatro temas (humor, autoajuda, relacionamento e opinião) e contratou os publicitários Paulo Lemos, Daniela Ribeiro e Rodrigo Zannin, da agência Santa Clara, para levantar nomes que se encaixassem nessa lista.
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DEDICAÇÃO
Paulo Lemos, da Santa Clara, diz que buscou frases atemporais, pouco atreladas a eventos específicos. "Decidimos também não publicar autores 'fakes' [aqueles que, em chacota, se fazem passar por celebridades]. Por isso não escolhemos o Victor Fasano, que é um clássico da internet", contou. Lemos diz que o número de seguidores não foi um fator determinante na escolha: "Publicamos o Felipe Neto, que tem 900 mil seguidores. Mas também fizemos um livro do Alexandre Rosas (o @alelex88), que, embora seguido por menos de 5.000 pessoas, é importante em ditar tendências". O processo, da elaboração à publicação dos livros, durou dois meses. Adriano Canela, da Suzano, diz ter se surpreendido ao conhecer os autores. "Eu, como acontece nas relações virtuais, nunca tinha visto os tuiteiros pessoalmente. Mas percebi que a maioria se dedica com afinco a isso. Para eles, não é apenas uma aventura."
CLÁSSICOS DA TWITTERATURA BRASILEIRA
AUTOR Eike Batista, Fabrício Carpinejar, Xico Sá, Silvio Lach, Flávio Gikovate, Leo Jaime, Felipe Neto e outros
EDITORA Suzano Papel e Celulose
QUANTO R$ 5 cada exemplar (24 págs.), na Livraria da Vila
AUTOR Eike Batista, Fabrício Carpinejar, Xico Sá, Silvio Lach, Flávio Gikovate, Leo Jaime, Felipe Neto e outros
EDITORA Suzano Papel e Celulose
QUANTO R$ 5 cada exemplar (24 págs.), na Livraria da Vila
sábado, 23 de outubro de 2010
É O FIM DO BRAILE ?
Até dezembro, todos os 4.300 alunos com cegueira total do ensino fundamental e médio matriculados nas escolas pú blicas do País irão receber um laptop com um sintetizador de voz que lê para eles o texto da tela. Dois mil já foram beneficiados e navegam nessa possibilidade, segundo o Ministério da Educação (MEC). Em fevereiro, mais tecnologia será despejada na carteira dos estudantes cegos que cursam do 6º ao 9º anos: uma coleção de 380 obras didáticas no formato digital Daisy. Abreviação para Sistema Digital de Acesso à Informação, a solução tecnológica batizada aqui de Mecdaisy permite ao aluno interagir com o livro digital, podendo pausar, pular ou retornar às páginas e capítulos, anexar anotações aos arquivos da obra e exportar o texto para impressão em braile, o sistema de códigos que possibilitou aos deficientes visuais o acesso à escrita e à leitura a partir do século XIX.

Embora o braile ainda seja defendido e aplicado pelas instituições de ensino durante a alfabetização, já há correntes de educadores que temem um afastamento dos estudantes com cegueira da leitura feita com os dedos por conta desses dispositivos tecnológicos (leia à pág. 78). “Está ocorrendo uma desbrailização”, afirma o professor de geografia e história Vítor Alberto Marques, do Instituto Benjamin Constant, entidade pioneira para cegos no Brasil. “A criança acha chato ler em braile e está migrando para outras tecnologias”, diz ele.

O problema foi discutido na convenção anual que a Federação Nacional dos Cegos dos Estados Unidos realizou no ano passado. No evento, painéis com o slogan “ouvir não alfabetiza” foram espalhados para chamar a atenção para um dado alarmante: 90% das crianças americanas com deficiência visual estão crescendo sem aprender a ler e a escrever, segundo o vice-presidente da organização, Fredric Schroeder. Isso ocorre porque estão escravas de inovações como serviços telefônicos que leem jornal e leitura em voz alta de e-mails. “Essas tecnologias promovem um tipo passivo de leitura. Só por meio do braile o cérebro do deficiente visual absorve letras, pontuação e estrutura de textos”, defende Schroeder. Mas o fato é que, hoje, o braile não reina mais sozinho na sala de aula. No Instituto de Cegos Padre Chico, em São Paulo, que possui 99 alunos carentes e segue a cartilha da Secretaria de Educação do Estado, os estudantes encaram, antes da alfabetização, exercícios que os preparam para o mundo digital. “Incentivamos a utilização do braile por meio de concursos de redação e de leitura”, diz a professora de informática Cynthia Carvalho. “Mas o contato com o computador, entre outras coisas, coloca a pessoa com cegueira em um patamar de igualdade.” Aluno do 5º ano do ensino fundamental, Giovany Oliveira, 11 anos, mostra, com as mãos no teclado, um pouco da sua desenvoltura no computador. O garoto digita na tela que nasceu sem visão e indica as teclas que o permitem ler, por meio de uma voz que sai da caixa de som, palavra por palavra ou a sentença toda. “No computador eu leio escutando. E o braile é legal porque aprendo como se escreve a palavra”, compara.

O Mecdaisy fará parte do currículo escolar, oficialmente, em 2011, para jovens matriculados a partir do 6º ano. Esse software sonoro de livro digital, porém, só será aplicado nas disciplinas de português, história, geografia, ciências, e línguas estrangeiras. Matemática, física e química, por conta dos símbolos gráficos, seguem sendo ensinadas apenas em braile. Crianças matriculadas até o 4º ano receberão material didático só em braile. Para a deficiente visual Martinha Clarete Dutra dos Santos, diretora de políticas de educação especial do MEC, audiolivros, leitores de tela e livros digitais são, no Brasil, ferramentas complementares no processo de aprendizagem do deficiente visual. “A tecnologia é um elemento de inclusão social no País”, diz. “Mas é preciso cuidado para que não haja uma desbrailização por conta dá má utilização dessas inovações”, pontua Moysés Bauer, presidente da Organização Nacional dos Cegos do Brasil.

“A tecnologia é um elemento de inclusão social”
Martinha dos Santos, diretora de políticas de
educação especial do MEC
Na convenção da federação dos cegos americanos circularam histórias de crianças que não sabiam o que era um parágrafo, que questionavam o porquê das letras maiúsculas ou o porquê de a expressão “felizes para sempre” ser composta por palavras separadas. Foram prejudicadas, segundo Schroeder, pelo vício de somente ouvir o que um software reproduz. “Essas tecnologias são sinal de progresso?”, indaga. O estudante Giovany, ao ser perguntado se ainda gostava de ler em braile, confessou, sussurrando: “Todo dia, das 17h às 18h30, tenho de ler um livro em braile para minha mãe. A psicóloga me pediu.” Após descobrir as maravilhas do computador, o garoto não queria saber de outra coisa e dava escândalo se alguém o contrariasse. Um trato, então, foi feito para colocá-lo na linha e manter o gosto pelo braile. Giovany ganhou um computador e só pode usá-lo se cumprir uma rotina de leitura pelo tato. É preciso cuidar para que o desenvolvimento tecnológico não atrapalhe a alfabetização da pessoa com deficiência visual.
Revista IstoÉ 23/10/10
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